segunda-feira, 5 de maio de 2008

Deville Rayon começa a operar


Gilles Grimberg é o novo gerente geral

Central Press

A Rede de Hotéis Deville assumiu na última quinta-feira, dia 1º de maio, a operação do Hotel Rayon, localizado no centro de Curitiba. Esta é a décima unidade administrada pela rede – a terceira na capital paranaense. Os outros hotéis são o Deville Curitiba, localizado na Rua Comendador Araújo, e o Deville Express, que fica ao lado do Teatro Guaíra.

O gerente geral do Deville Rayon, que passou por um recente processo de revitalização, com a reforma de apartamentos, suítes, áreas comuns, restaurantes e remodelação de toda área de eventos, será Gilles Grimberg, que exercia a mesma função na unidade do grupo em Cuiabá (MT).

Anteriormente, o executivo, que nasceu na França e mora no Brasil há mais de 20 anos, já havia administrado outros hotéis, como o Deville Curitiba, o Crowne Plaza, também em Curitiba, e o Quality Resort Lins (SP).

O arrendamento do Hotel Rayon faz parte dos planos de expansão do grupo, que fechou 2007 com um crescimento de 40% no lucro geral das nove unidades. Nos próximos três anos, o Deville investirá R$ 30 milhões em aquisições de novos hotéis e atualização dos já existentes.

Ao todo, a rede possui 1.287 acomodações nos hotéis São Paulo Airport Marriot Hotel, Deville Porto Alegre Aeroporto, Deville Curitiba, Deville Maringá, Deville Cuiabá, Deville Express Curitiba, Deville Express Florianópolis, Deville Express Cascavel e Deville Express Guaíra. Com a incorporação do novo hotel, que possui 136 apartamentos, ultrapassará 1.400 acomodações disponíveis.

SERVIÇO
Deville Rayon CuritibaRua Visconde de Nacar, 1.424 – Centro – Curitiba-PRTelefone: (41) 2108-1100Reservas: 0800 7031866Site:
www.deville.com.br

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Entre memórias dolorosas e 'boom' econômico, a Polônia vive ótima fase


Os imigrantes estão voltando, ao mesmo tempo em que o triste passado vem à tona. E os turistas aproveitam

Agência Estado

Entre planícies e florestas que mais parecem saídas dos contos de fadas, a Rzeczpospolita Polska, ou República da Polônia, já protagonizou batalhas tão sangrentas que chegam a ser cinematográficas. A posição geográfica privilegiada - seu território faz fronteira com nada menos que nove países, por terra e mar - sempre aguçou os instintos dos invasores. Por isso, o país foi constantemente disputado e ocupado ao longo de seus mais de mil anos de história (o primeiro registro de um Estado polaco data do ano 966). Sofreu, como poucos, os horrores e a destruição decorrentes da Segunda Guerra Mundial e ainda amargou duros anos nas mãos de um governo comunista totalitário.

Hoje, porém, a Polônia é um país vivo, que passa por um grande e bem-sucedido processo de reconstrução e de crescimento econômico. A invasão, agora, é somente turística.

VitalidadeEconomia de mercado em ascensão, a Polônia exporta talentos, mão-de-obra e é presença marcante na cobiçada União Européia desde 2004 - apesar disso, o país ainda usa o zlot como moeda oficial e deve adotar o euro entre 2012 e 2014.

Uma das maiores provas da atual vitalidade polonesa é a espécie de diáspora ao contrário da atualidade. Até pouco tempo atrás, a economia, que ainda tentava se afirmar no mercado comum europeu e cuja moeda perdia fácil para o euro, exportava mão-de-obra barata para países de toda a Europa, principalmente para a Grã-Bretanha.

Essa maré, porém, tem se revertido. ''Na Polônia, só não encontra trabalho quem não quer. O país está crescendo; há uma obra em cada esquina'', dizia um operário polonês, ao saber que o jornal The Guardian dedicara, em fevereiro, reportagem especial ao que pode ser chamado de Renascimento Polonês.

Os trabalhadores poloneses - os operários ou a mão-de-obra qualificada - estão voltando para casa. ''O euro caiu. A libra também. É muito melhor ganhar menos, mas trabalhar perto da minha família'', dizia, orgulhoso, o tal operário.

Abertura
Esse clima de vitalidade é acentuado pela recente abertura política e cultural. Arquivos e a memória que permaneceram soterrados por décadas pela censura do regime comunista começaram a vir à tona já em 1989, quando o país deixou de pertencer ao bloco soviético e se tornou uma república parlamentarista.

Décadas de silêncio, que haviam fechado corações e mentes desde a arrasadora ocupação nazista (que tomou o país em setembro de 1939), estão sendo estudadas e escavadas com primor arqueológico pelos apaixonados pela história de um dos países mais complexos da Europa.

Hoje presidida por Lech Kaczynski, a Polônia se declara aberta à discussão histórica de temas dolorosos e ainda recentes, como o Holocausto, o comunismo e a atual relação com a comunidade judaica (muitos sobreviventes que conseguiram escapar da matança nazista jamais pisaram de volta em sua terra natal). A Polônia, aliás, foi o país que proporcionalmente mais vidas perdeu durante o conflito. Seis milhões de seus cidadãos (metade deles, judeus) morreram durante a guerra.

Por tudo isso, é inegável que a história do século 20 passa pelo território polonês. E uma das formas mais interessantes de desvendar esse legado é percorrer os trilhos da Segunda Guerra. Seja pela herança deixada pelos que bravamente resistiram à ocupação nazista ou pelos tristes, mas testemunhas cruciais de um tempo, campos de concentração. A história se descortina no país.
E a Polônia se abre a essa história. Além de trazer à tona tesouros soterrados, o país é palco de uma das mais significativas peregrinações histórico-humana-cultural-religiosa da atualidade: a Marcha da Vida.

Serviço
Passagem aérea
O trecho SP-Varsóvia-SP custa a partir de US$ 969 na Lufthansa (0--11-3048-5800), US$ 974 na Air France (4003-9955), US$ 1.027 na British (4004-4440) e US$ 1.032 na KLM (4003-1888). Os vôos têm conexão.

Pacotes*
US$ 1.210
Quatro noites em Varsóvia com café. Na Inside (0--11-4508-8010;
www.insideviagens.com.br)
US$ 2.428
Seis noites entre Varsóvia, Cracóvia e Zakopane, com café, 5 refeições e passeios. Na Nascimento Turismo (0--11-3156-9944; www.nascimento.com.br)
US$ 2.646,67
Oito noites entre Varsóvia, Poznan, Wroclau e Cracóvia com a New Line (0800-600-2524; www.newline.tur.br). Inclui café, 4 jantares, 3 almoços e passeios
US$ 2.693
Seis noites entre Varsóvia, Cracóvia e Zakopane com a Intravel (0--11-3206-9000; www.intravel.com.br). Inclui passeios
US$ 2.780
Seis noites entre Varsóvia e Cracóvia com café e passeios. Na New Age (0--11-3138-4888; www.newage.tur.br)

*Preço por pessoa em quarto duplo, com aéreo

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Defesa Civil sugere desativação de trilha no Parque da Chapada


Fissuras foram verificadas no paredão que desabou na segunda-feira (21).

Documento entregue ao Ibama nos próximos dias apontará áreas seguras aos turistas.

Agência Globo

Estudos realizados pela Defesa Civil, da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso, no Véu de Noiva, apontam para a necessidade de interditar para visitação a trilha que dá acesso ao pé da cachoeira.

O coordenador de Resposta a Desastres e Reconstrução da Defesa Civil, major Elton Guilherme Crisóstomo, destaca que foram verificadas fissuras no paredão e não é possível prever quando haverá outra queda como a do início desta semana.

Na segunda-feira (21), seis turistas ficaram feridos depois que parte do paredão da cachoeira Véu de Noiva desmoronou. Um grupo de turistas fazia uma trilha no local. Para o coordenador, o processo erosivo, a ação do tempo, ventos e outros agentes externos foram os responsáveis pelo deslizamento.

Os trabalhos de análise da Defesa Civil no local devem continuam nos próximos dias, a pedido do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsável pela administração do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. No documento que será entregue ao Ibama após a análise serão apontadas áreas definidas como seguras aos turistas e sugestões para a continuidade da visitação ao local.

“Vamos sugerir ao Ibama medidas preventivas. A visitação, da forma que está, não pode mais acontecer. A trilha é difícil e acidentada e não oferece mais segurança para este tipo de atividade (caminhadas)”, diz o major.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Feira livre atrai turistas que visitam Belém


Mercado Ver-o-Peso surgiu em 1627 e é tombado pelo Patrimônio Histórico.

Do camarão ao açaí, espaço oferece grande diversidade de produtos.

Agência Globo

Às margens da Baía do Guarujá, o mercado Ver-o-Peso é um dos pontos turísticos mais populares de Belém. A movimentada feira livre da capital paraense surgiu em 1627 e sobrevive até hoje da dedicação e da alegria de quem trabalha lá.

O mercado Ver-o-Peso tem esse nome em referência ao hábito de pesar na própria feira os produtos comprados. Do camarão ao açaí, no espaço, que já passou por algumas reformas, se pode encontrar quase tudo.

O mais tradicional cartão postal da cidade é tombado pelo Patrimônio Histórico desde 1977.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Praias desertas atraem turistas em Florianópolis


Praias da Solidão e do Saquinho são opções para quem quer evitar multidão.
Na região, 20 famílias vivem isoladas, sem energia elétrica.

Agência Globo

O Sul de Florianópolis oferece aos turistas um roteiro fora do tradicional, com praias isoladas que agradam a quem gosta de lugares rústicos. Nessas comunidades isoladas de Santa Catarina, além das belezas naturais, chama a atenção a falta dos confortos da vida moderna.

A Praia da Solidão é considerada uma das mais retiradas e escondidas da ilha de Santa Catarina, e por isso recebeu esse nome. Em seus 850 metros de areia, é difícil encontrar alguém.

Encostas cobertas pela Mata Atlântica formam um paredão. Areia e mar fazem do lugar um refúgio para quem procura sossego. “Não tem aquela multidão, você pode olhar o mar”, aprova a turista Andréia Zacot.

Nas encostas, uma trilha que tem uma vista privilegiada dá acesso à Praia do Saquinho. A caminhada dura cerca de 40 minutos, e tem o caminho todo pavimentado. Em uma parada na primeira vista panorâmica, é possível ver a Praia da Solidão e o Pântano do Sul.

Com um pouco mais de caminhada, chega-se ao mirante. “É chamado ‘mirante dos Golfinhos’, porque às vezes a gente encontra alguns. Em setembro e outubro, passa a ser chamado ‘mirante das baleias’, porque geralmente é possível encontrar baleias passando por aqui”, explica o guia turístico Sérgio Machado.

A Praia do Saquinho, destino final da trilha, tem esse nome por causa de seu formato. A orla tem uma faixa de areia pequena e muitas pedras.

A curiosidade da região fica por conta de cerca de 20 famílias que vivem isoladas, sem energia elétrica. Uma espécie de lampião a gás ilumina o ambiente como nos séculos passados. Mas no chuveiro não falta água quente, graças a um sistema de aquecimento a gás.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Foz do Iguaçu lança promoção para atrair turista


Quem comprar pacote de hospedagem de quadro diárias levará quinto dia de graça.

Objetivo é aumentar movimento em 20% entre os meses de abril e junho.

Agência Globo

Com o objetivo de aumentar em 20% o movimento de turistas em Foz do Iguaçu (PR) entre abril e junho (considerados meses de baixa temporada) e aumentar o tempo de permanência dos visitantes, foi lançada a campanha "Temporada Boa". Segundo o Governo estadual, a promoção garante que o turista que comprar um pacote de hospedagem de quadro diárias levará o quinto dia de graça.

A ação promocional foi apresentada e será válida até junho, com exceção dos feriados prolongados.

“Pretendemos despertar o interesse dos turistas em conhecer Foz do Iguaçu durante todos os meses do ano, e não só na alta temporada”, afirmou o secretário municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, Felipe Gonzalez. De acordo com ele, o estímulo será sustentado pela promoção da quinta diária grátis, inclusa no pacote de quatro dias de reservas em qualquer hotel, desde que o estabelecimento participe da campanha.

A campanha é uma parceria entre o Instituto de Promoções Turísticas do Iguaçu (ICVB), Itaipu Binacional, Prefeitura de Foz do Iguaçu, Associação Brasileira da Indústria Hoteleira no Paraná (ABIH-PR) e Sindicato de Hotéis de Foz do Iguaçu (SindHotéis), com apoio do Conselho Municipal de Turismo - Comtur.

sábado, 29 de março de 2008

Prepare-se para a festa em Cancún


Agência Estado

Belas praias e agito resumem a superstar mexicana, remodelada depois da passagem do furacão Wilma

Passa pouco das 13 horas de terça-feira, uma terça-feira ensolarada como se espera que sejam todos os dias em um lugar que parece existir para servir de moldura a rostos felizes em fotos de férias perfeitas. O azul caribenho e o ritmo de feriado eterno confirmam o estereótipo. Mas falta algo para a superstar mexicana ser um típico destino de praia. Pode ser a faixa de areia, artigo de luxo na Cancún atual. Ou um pouco de natureza, já que a costa é ocupada por uma gigante fila de hotéis e resorts. Superurbana.

Completamente remodelada menos de três anos depois da passagem do furacão Wilma, a área turística - uma ilha com o formato de 7, separada do continente pela Lagoa Nichupté - surge repleta de novidades. ''Tudo isso ficou como se tivesse sido batido em um liquidificador'', conta a relações-públicas do Convention & Visitors Bureau local, Erandeni Abundis. Dos prédios, restou a carcaça. E, nas praias, as ondas.

Foram investidos US$ 30 milhões só para recompor um pouco da faixa de areia e para construir barreiras de contenção que evitam que o mar leve o que agora é uma preciosidade praticamente privatizada pelos hotéis. Pela lei, as praias são públicas. Mas, na prática, há apenas seis acessos ao mar para quem não está hospedado na orla. Um é a Praia Delfines, conhecida como Praia do Mirante, no começo da avenida dos hotéis.

REDESCOBERTA
Metade dos turistas que a cidade recebia antes do Wilma já voltou - no ano passado, 3 milhões visitaram Cancún. Os americanos, que não precisam de visto para ir ao México, são os principais freqüentadores. Na primeira semana de março, por exemplo, o balneário parecia um filme de sessão da tarde. Hordas de estudantes iam de um lado para o outro, aproveitando a folga do spring break.
Apesar do grande número de adolescentes nas ruas, as autoridades garantem que os springbreakers correspondem a menos de 1% dos visitantes. ''São poucos, mas fazem barulho. Por isso parecem muitos'', diz Erandeni, do Convention Bureau. Não quer topar com os garotos? Evite os hotéis all-inclusive, os preferidos deles, por causa das refeições incluídas.

HERANÇA MAIA
Apesar de as cadeias de fast food e as lojas americanas serem onipresentes, Cancún se esforça para resgatar a herança maia. O povo habitava toda a Península de Yucatán quando os espanhóis chegaram, em 1508. Em tempo: os maias não foram extintos - descendentes estão entre os trabalhadores locais.
Criada há 38 anos, Cancún (''ninho da serpente'', em maia) foi desde o início projetada para ser um superdestino turístico. Mas a cidade não deixa de ter relíquias, como as ruínas El Rey, que teriam sido uma hospedaria. O local está aberto das 8 às 17 horas, com entrada a 35 pesos (R$ 5,52).

Uma opção para ver as feições maias é se aventurar pelo centro. Ali, a surpresa: uma cidade real, com ruas bonitas e feias, mercados populares e hora do rush, bem diferente do mundo colorido e brilhante dos hotéis. Vá de ônibus (6,50 pesos ou R$ 1,03) ou de táxi. Neste caso, negocie antes - o taxímetro simplesmente não existe.

... E CINCO PARA NÃO IR
Tirar visto para o México (exigidos dos brasileiros desde outubro de 2005) é um transtorno. No consulado do país em São Paulo, são atendidas 150 pessoas por dia, sem agendamento, o que obriga os interessados a entrar na fila de madrugada. A falta de cordialidade também é notável
Não existe silêncio em Cancún. Há sempre música no ar: nos shoppings, na área de lazer dos hotéis, nas baladas. Nem que o ruído seja trazido pelo vento

O trânsito é caótico, principalmente no fim da tarde. No Boulevard Kukulcán, a principal avenida da área hoteleira, o congestionamento ganha ares dramáticos porque não existem rotas de fuga

Há filas na porta das baladas, nas lojas mais movimentadas e em alguns restaurantes
Preservar a natureza não é o forte por lá

CINCO MOTIVOS PARA IR...
O Mar do Caribe pode ser visto de praticamente qualquer ponto da área turística de Cancún, graças à geografia local

Comprar é mesmo vantajoso na cidade. Dá para gastar sem (muita) pena, porque o real está valorizado em relação ao peso e não são cobradas taxas aduaneiras, o que reduz os preços

Há restaurantes de todas as nacionalidades possíveis. Até uma churrascaria brasileira. Além de ótimas opções para quem quer se esbaldar com guacamole

Os horários acompanham o ritmo dos turistas. Pode-se dormir até tarde depois da balada porque a maioria dos hotéis estende o café até meio-dia. O comércio fecha às 22 horas

Americanos são maioria entre os visitantes que circulam pela cidade. Mas há gente do mundo todo para conhecer